Escola de BTT ADSL.
Uma escola criada por dois amigos que gostam de desporto, sendo também pais verificaram a importância do mesmo na vida actual dos jovens, por essa razão nasceu este projecto para servir e complementar um crescimento saudável dos jovens em idades escolares. É um projecto que pretende ser na prática uma escola desportiva de iniciação nas modalidades ao ar livre, mas mais especializado para a modalidade do BTT, porque a bicicleta é o primeiro transporte de uma criança que quase todas tem, é divertido e por conseguinte um óptimo meio para ensinar regras de segurança, orientação de espaço, autonomia, etc…
O Abrasar continua em:
http://abrasar.blogs.sapo.pt/
Abrasar mudou-se...
A continuidade do Abrasar como blog iniciou-se noutro local cliquem no seguinte link:
http://abrasar.blogs.sapo.pt/O Abrasar agradece a todos que tem a paciência de o acompanhar.
Paragem deste blog Abrasar.
Caros amigos, este blog vai estar em "banho maria" durante algum tempo.
Para todos os que por aqui passavam de vez enquando devem ter estranhado a falta de post,s, ultimamente.
Prometo que brevemente o Abrasar irá continuar por trilhos virtuais, algures um dia destes...
Entretanto não deixem de Abrasar por montes e vales, ondas e praias, rios e caminhos verdadeiros e pode ser que nos encontremos.
Mas o Abrasar continua a divulgar eventos e notícias das actividades desportivas da sua eleição pelo seu grupo no yahoogrupos que é uma lista tipo Newsletter.
Quem ainda não subscreveu tem agora aqui a oportunidade.
Um abraço.
Vítor (tools) Santos
Surf com honras de artigo numa revista generalista.
A revista suplemento do Jornal de Notícias "Notícias magazine", do Domingo 15-OUT-2006, vem com três artigos sobre o Surf num total de 18 páginas.
O primeiro artigo com o título "Esta é a geração do Morangos do surf", resume-se numa entrevista imaginária a um antropólogo do surf, professor Jim Roberts, que nos ajuda a compreender porque o surf está na moda e ainda explica uma teoria sobre o motivo desta moda ser cíclica.
O segundo artigo foca o tema da moda das marcas de vestuário e acessórios, tem o título de: "Na onda certa". Com várias fotografias sobre o cenário da praia de Ribeira d´ilhas, mostra uma reportagem fotográfica dos bastidores de uma produção de moda, com modelos adolescentes fotografados por um tal de fotógrafo profissional Jordi Burch.
Por último o artigo "As jóias da coroa", escreve sobre os melhores locais para que um surfista se sinta realizado nas ondas, na estadia e na gastronomia.
Os locais descritos com bom pormenor são: Viana do Castelo, Peniche, Ericeira e Costa Vicentina.
Gostei de ler e classifico o trabalho como muito bom.
Podem ver o artigo AQUI.Contudo tenho a opinião de não ser só o surf o único desporto a estar na moda. Numa sociedade sufocante, reprimida, poluída o apelo pelos benefícios de todo o desporto ao ar livre ganha neste contexto grande importância para o ser humano. A classe médica confrontada com o crescimento de pacientes com as doenças de uma sociedade mal alimentada e de grande stress, aconselham vivamente a prática de desporto ao ar livre.
Alguns de nós temos consciência que os nossos filhos não têm a mesma liberdade de dezenas de anos atrás, temos consciência de que estamos a criar autênticos atadinhos e copinhos de leite rebeldes. Por isso se vêem mais pais preocupados a tentar ensinar os filhos… simplesmente a brincar… como há uns anos atrás… mas brincar com quem? Não há meninos para brincar uns com os outros!
É aqui que actividades desportivas como o surf, os passeios pedestres, orientação pedestre, passear de bicicleta, simples de praticar, divertidos, sem grandes despesas e com a enorme vantagem de serem praticados ao mesmo tempo com pais e filhos juntos conseguem muita adesão e sucesso… Bom isto é minha opinião, que na prática a utilizo e para já tenho os meus petizes que gostam de me acompanhar por vezes nestas actividades…
Por conseguinte para mim não é uma questão de modas mas sim de manter uma boa saúde mental física e de bom convívio não só com os filhos mas também com todos os amigos que se conseguem arranjar no meio.
Um abraço.
Como o Blog BikeAss viu a Avalanche...
"Foi no capacete de Carlos Pires que foram instaladas duas cameras de vídeo, uma para a frente outra para traz. Aqui está o resultado."E que resultado...
Um Surfista diria: Xi... 800 gajos na mesma onda? É o record de Crowd jamais visto...
Um Betetista diz: Mas que grandes malukos...
Um praticante de orientação diria: Não tenho pontos de referência! Tou perdido no meio de... capacetes!...
Eu digo: Bom trabalho BikeAss
O Blog:
http://www.bikeass-dangeronwheels.blogspot.com/E mais a reportagem completa:
BikeAventuraObrigado por este bom bocado de BTT.
Travessia dos Pirineus em BTT.
É mesmo verdade tenho dois amigos que fizeram a Travessia dos Pirinéus este ano, em plena autonomia!
A vida dá-nos prazeres simples mas de grande valor para mim como este, o de ser comtemplado com amigos destes e de saber as suas histórias de aventura na primeira pessoa.
Mas esses amigos além de terem feito a aventura, disponibilizaram também para todos o relato e as fotografias através do blog:
http://pirineus2006.blogspot.com/Aproveitem e deliciem-se com os relatos e as imagens, são um verdadeiro "luxo",... (:-O

Foi assim que recebi por e-mail a notícia do amigo Jorge (Grades) Santos. Fiquei em êxtase por conhecer e ouvir os seus relatos, não fiquei desiludido bem pelo contrário... E vocês?
"Oi,
No final do mês de Agosto/início de Setembro, o José Pedro e eu próprio fizemos a travessia do Pirineus em BTT em autonomia.
Ao contrário do que sugerem os guias da travessia, optamos por levar a casa às costas, desde tenda, sacos-cama, kit-cozinha. Claro que fica muito mais em conta mas os alforges ficam as transbordar.
Foram 15 dias de puro gozo e muito muito BTT: estradões, single-tracks, estâncias de esqui, pinhais, bosques de carvalhos, paisagens deslumbrantes e claro algum cimento e alcatrão, desde o mar Mediterraneo (Lhansá) até o Atlantico (Hondarribia/Irun).
No final os números não enganam, aprox. 1000km de extensão e 25000 mt de ascenção acumulada.
Claro que aconselho qualquer amante de BTT a fazer esta travessia!
Um abraço,
Jorge “Grades”"
Comparação de surfistas com betetistas…:)

Não resisti em publicar um pequeno texto que recebi por e-mail da autoria do: “nd_oliveira” onde com humor escreveu no Forúm BTT a comparação que faz entre praticantes de Surf e de BTT.
Aqui vai o texto:
"Em relação ao surf (que não sou praticante) posso dar um exemplo: O surfista é um indivíduo estereotipado. Ou seja, pode-se dizer "aquele gajo tem pinta de surfista".
Exemplificando:
O surfista: Indivíduo normalmente jovem, com cabelo seco pelo sal da água e com um amarelado estranho derivado ao sol e ao mar (e a cera das pranchas), pele queimada, corpo magro e definido... tem a mania que é vegetariano, adora um deus qualquer havaiano e tem dificuldade em articular palavras com mais de duas sílabas, ficando-se pelo "YA", "YO", "Tá-se", "Cool", "woow"... Normalmente as miúdas olham para esse individuo e automaticamente o reconhecem como surfista, actor dos "Morangos", ou ambos...

O betetista (XC): Indivíduo com mais de 25 anos, queimado do pescoço para cima, do meio dos braços até aos pulsos e do meio das pernas até aos tornozelos, apresentando o tronco as mãos e os pés de um branco quase Neoblanc. Normalmente na época da praia atrai uns olhares curiosos e divertidos e as saídas à noite com uma rapariga costuma acabar com ela às gargalhadas no momento em que ele despe a camisa. Apresenta normalmente um cabelo oleoso chegando a ser pastoso em virtude das longas horas consecutivas que passa com um pedaço de esferovite atado à cabeça. Apresenta um físico magro e esguio, chegando a ter um ar miserável de quem não come há vários dias. Os braços e as pernas apresentam-se cobertos de arranhões e cicatrizes em virtude dos ramos e das quedas consecutivas... e cada cicatriz tem uma historia que demora pelo menos 35 minutos a contar e que invariavelmente acaba desta forma "... e quando acordei estava no hospital e perguntei: Onde está a minha bicicleta???" Nas lojas de desporto costuma ser a única pessoa que não está a ver os ténis e as bolas mas que está na zona onde estão os calções de lycra e as camisolas do mesmo material nas mais diversas cores (de preferência fluorescentes). Normalmente as miúdas olham para esse indivíduo e automaticamente o reconhecem como servente das obras, toxicodependente, ou ambos...
O betetista (DH): Ver descrição do surfista, mas com capacete integral...."
LOL; LOL…
Um abraço.
V.Santos
Relato do Enduro dos Farois.


Deus Sol dormia, o Farol da Boa Nova fazia ainda a sua nobre e principal função com os seus três tentáculos de luz bem visíveis a varrerem o vazio…
Vinte e três motivados e destemidos guerreiros das máquinas do pedal formaram e às 07h00m fez-se o toque da partida para o objectivo de ligar os três faróis, em honra dos mesmos e da sua vida imponente sendo os protagonistas o Farol da Boa Nova em Leça da Palmeira, Farol de Esposende no Forte de S.Vicente e Farol de Montedor em Carreço Viana do Castelo.
E assim se iniciou a aventura em autonomia com o objectivo de ligar por todo o terreno ou caminhos o mais afastados das estradas nacionais e o mais directos possíveis.


Percorremos dunas, recolhemos mais dois companheiros no caminho, passamos por monumentos, seguimos por um aqueduto monumental que nos envolvia nos seus arcos, atravessamos minas de caulino e vimos lagos artificiais de águas causticas, em grande velocidade experimentamos muitos caminhos de terra com socalcos que nos golpeavam os rins e pareciam tocar o infinito. Paramos e comemos doces regionais, as Clarinhas de Fão, a velhinha ponte sobre o rio Cávado em obras de restauro atravessamos, em bichinha pirilau e apertadinha e mais uns metros em frente se cumpria, para gáudio de todos a primeira ligação de dois Faróis. O de Esposende ali estava bem tratado com a sua cor vermelha a sobressair na paisagem a atrair as objectivas das nossas máquinas digitais e a servir de pretexto para os primeiros contactos com a família via tlm.
Era necessário continuar para a maioria pois para três amigos o objectivo que tinham planeado para eles já estava cumprido, chegar até Esposende e regressar por estrada.

Vinte e dois seguiram a odisseia, agora ainda mais dura, o terreno solto de areia por caminhos de acesso aos campos da zona agrícola das Marinhas fazia mossa na maioria pouco habilitada a andar neste terreno, mas o encontro com praias quase desertas e dunas a ultrapassar as nossas cabeças compensavam a nossa agonia e luta pelo equilíbrio em terreno tão falso. Era necessário atravessar o vale do rio Neiva, sinal de começarem as subidas mas uma corrente partida numa bicicleta no local certo refrescou e descansou as almas mais penadas com tempo para uns mergulhos no rio Neiva.

Subir foi o lema e seguir as setas amarelas que já há algum tempo nos acompanhavam e indicavam uns dos caminhos do litoral da peregrinação para Santiago eram o guia agora para todos, e já em plena descida o vislumbre do monte de St.ª Luzia era a razão da existência do significado da expressão, “já estamos a chegar”.

A cruz em pedra e a placa de granito a testemunhar um assassinato por ladrões em 1836 da alma de apelido Saraiva no alto da pequena serra de Darque foi motivo de paragem, para reflexão e admiração de outros tempos conturbados por estes caminhos de setinhas amarelas que agora se fazem em segurança.
A ponte Eiffel também em restauro se fez com grande resistência contra o vento, mas a cidade Princesa do Lima apresentou-se já bem galardoada de enfeites de romaria e aconchegada do vento. Tempo aproveitado para reagrupar o grupo na principal praça medieval da cidade já com menos um elemento que decidiu por ali terminar.

Pouco faltava, só mais nove quilómetros, está quase e o Farol já se avistava… Mas nunca este quase fez tanta ferida, pois o vento contra e o caminho por entre o equilíbrio de seixos, burgos, ou chamem-lhe o que quiserem às pequenas e grandinhas pedras redondas e lisas fez rogar pragas e martirizar com nomes de sadismo o autor da escolha de tal percurso. Mas que culpa tinha ele? Até porque a paisagem é do melhor que se pode encontrar no nosso litoral Português. A completar o bolo com uma cereja de requinte de malvadez uma ultima rampa pela aldeia de Montedor onde se tinha de subir 65m no curto espaço de mais ou menos 1800m de distância… Mas neste caso não havia alternativa pois a satisfação de todos e a realização de objectivo cumprido estava bem no alto… O Farol de Montedor, na minha opinião o mais belo e emblemático de todos, infelizmente a sua áurea foi quebrada por uns negrumes e insensíveis que aprovaram a construção de umas frias torres de comunicações ao lado deste velho e belo Farol.

Regressar era necessário e tudo serviu para inverter o sentido, a boleia de carro da família ou de amigos, o comboio em Viana o metro na Póvoa e evidentemente a bicicleta na totalidade para alguns agora com a vida facilitada com o vento pelas costas e já com os estômagos retemperados num snack-bar à entrada da cidade de Viana, dando até para ver o final da volta a Portugal 2006. Todos chegaram bem a casa e tudo terminou às 20h30m. Para quem escolheu a bicicleta no total fez 170 Km. Eu fui um deles e gastei 5000Kilocalorias, mas uma coisa foi certa, ficamos todos com a barriguinha farta de BTT…

Tracks de GPS e fotos em:
www.bttmatosinhos.come
www.maiacycles.comAlbum de 76 fotos disponiveis, clicar
AQUI.
Raid´Foto. Rescaldo e comentários.
Histórias de uma equipa. Os PatusBravus.
Para mim está encontrada a equipa do ano 2006 sensação dos verdadeiros PatusBravus...:)
Orientação cinco estrelas... ( mas é mesmo verdade sempre certinhos na orientação).
Fotografias não falharam nenhuma... Cinco estrelas também.
Cumpriram o percurso todo sem nunca lhes passar a ideia de desistirem e gozaram no máximo de tempo a prática do BTT ... (que fome que a organização passou sem o almoço na barriga)...:)
Gastaram a água toda da equipa a apagar um início de um fogo no Marão em Guidões e quando chegaram à fonte que devia ter água potável, esta tinha uma placa a avisar que a água era imprópria para consumo (a placa foi colocada esta semana e a organização não sabia)...:))) A próxima fonte era na segunda subida mais difícil...:)
O empeno foi daqueles verdadeiros... Eu sei que foi verdadeiro porque vi no Branco que me olhava sempre com cara de poucos amigos e de quem pensa:
"- Se eu tivesse forças enfiava-te era a BTT pela cabeça abaixo...":)
E porque o amigo do Branco me disse (a muito custo que mal se ouvia) que a última vez que tinha andado foi num passeio de aniversário de um tal Tools à dois anos... eheheheh
Depois houve um que furou e valeu a minha caixa de ferramentas (ora não fosse eu o ferramentas não é?) ter uma chave de bocas 14-15 para tirar a roda de trás e uma pinça para tirar os picos espetados no pneu, e agora imaginem a cara de admiração do dono a ver-me a utilizar uma pinça e a dizer-lhe que o pneu tinha um sentido de rotação... Um doce para quem advinhar a alcunha deste PatuBravu... :D
Depois houve outro, o Guimarei, que só reclamava comigo da lama, eu acho é que ele já só via lama em tudo que era lado por motivo do suor que lhe corria prós olhos, mas uma coisa estranhei foi a quantidade de moscas que não largavam...:D
Há momentos inesqueciveis na vida e esta equipa ganhou um espaço no meu tempo de vida... eheheh
Muito obrigado PatusBravus do Raid´Foto e um grande abraço a todos.
Ver as classificações. Clicar AQUI.
As fotos do Pedro Indy. Clicar AQUI.
As fotos do V. Branco. Clicar AQUI.
As fotos dos Bravellir. Clicar AQUI.